Se eu tiver coragem de dizer que eu meio gosto de você, você vai fugir a pé? E se eu falar que você é tudo que eu sempre quis pra ser feliz, você vai pro lado oposto ao que eu estiver? Eu queria tanto que você não fugisse de mim mas se fosse eu, eu fugia.
so long, lonesome
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“Você me lembra muito o homem de lata do Mágico de Oz, só com uma diferença: ele confessa a busca por um coração, enquanto você faz a sua silenciosa, em passos calmos e se gaba por ser feito de aço da cabeça aos pés. Sentimentos enferrujados, sorriso sempre à mostra, olhos quase nunca atentos; faz a mesma viagem dos personagens do ‘Mágico de Oz’ em busca do caminho de casa, mas nem desconfia que sua casa é você mesmo. Procura fora o que está dentro e esconde dentro o que poderia ser bonito aqui fora. Menino assustado, perdido, seu caminho é “in”. Talvez se deixasse a armadura de lado pudesse ouvir o coração batendo em algum lugar muito próximo, mas o medo ensurdece; é a coragem que abre os olhos, ouvidos, mente e peito. É a coragem de mostrar fraqueza que fortalece. Mas como pode o homem de lata saber dessas coisas que são emoção? “Homem de lata também sente”, alguns dirão. Concordo. Sente, mas dificilmente amassa. Sente, mas facilmente esquece; porque o chapéu de funil não filtra sentimento. Sente, mas não aperta o coração, não apavora o estômago, não atormenta a mente. Sente sem saber guardar.
Quem sabe um dia esse homem feito de lata encontre um mágico que lhe dê um coração; quem sabe um dia ele decida parar de enganar a si mesmo que consegue viver só com dois pulmões no centro do corpo. Quem sabe um dia ele volte um pouco o caminho e vem com o sorriso estampado e o peito, enfim, aberto. De nada adianta dois pulmões se você não tem um coração pra te fazer perder o fôlego. O homem de lata tem olhos invejáveis, abraço de algodão, é imã. Atrai aos outros naturalmente (e dói saber que isso tem acontecido) porque é como se algo lá dentro, no centro dissesse assim: ‘Eu não sei caminhar até aí, mas venha, sente-se comigo e serei uma ótima companhia.’ E ele é. Só falta um coração pra saber disso tudo. Acho que a Dorothy não se importaria em mudar um pouco a história e dividir o seu, enquanto o homem de lata não descobre o que carrega dentro.”
~ Eu conheço um homem de lata e ele não sabe a falta que seu abraço revestido de aço me faz. (Autor Desconhecido)

“A maioria dos dias do ano é comum. Eles começam e terminam, sem nenhuma memória durável nesse tempo. A maioria dos dias não tem impacto no decorrer da vida.”
~ 500 Dias Com Ela 

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“E acorrentada ao “talvez”e ao “e se”, ela vivia de incertezas. E se as coisas dessem certo? Talvez sobrevivesse.”
~ Ana Luísa K.